domingo, 11 de março de 2012

Let's Rock, baby!


Porque o Rock pode ser um canto sagrado.
A vida tem me ensinado muitas coisas.
Ver Aline cantar uma canção ontem, por exemplo, fez com que eu entendesse que todos os acordes do mundo se consagram no exato instante em que o amor enaltece, compartilha e descreve este sentimento que não tem forma.
Aquele momento, aquele instante, foi sagrado e também por isso mesmo, eterno. E os minutos que se eternizaram na voz de Aline, inundaram de amor o coração do Renato e o olhar doce da Patrícia.
E foi este um dos significados mais bonitos e importantes que eu vivenciei ontem.  Uma família única, bem resolvida em suas potencialidades e amplitudes, com liberdade de quebrarem suas pedras e construírem seu caminho.
A importância de poder transformar ao longo dos anos e do tempo, todos os conhecimentos e sonhos em um momento sagrado, como uma batida de rock'n'roll, onde o ritmo, energia e amor são compartilhados e sentir que todos estes momentos, como que em um milagre, tomam forma e corpo de um homem maduro comemorando, emocionado, seus 50 anos de existência... Isso é eterno.
Ontem, entre amigos e parentes. Em uma festa onde cada detalhe foi pensado com amor e compartilhado com tanto carinho, pude entender a mágica da existência e no poder transformador que é o amor.
Se existe uma regra para viver uma vida além de você mesmo, que seja esta:
Se você puder se tornar algo além de você mesmo. Seja amor. Porque é o amor que irá embelezar a sua existência quando a emoção não lhe deixar cantar sua música favorita. E se você puder se tornar uma benção nesta existência. Seja amor. Pois só o amor tem o poder de silenciar-se diante da pureza.
Poderia falar mil coisas sobre a festa, as luzes, a felicidade de todos os presentes...
Mas preferi falar o que aprendi.
Aprendi, ontem, que a vida só tem realmente significado; se ela não morrer com a gente. E como um bom e velho rock'n'roll, que sejam os méritos do bom acorde da guitarra da vida que nos leve a compartilhar com os amigos, nossos melhores momentos e deixe registrado no coração de cada um, todo amor que se pode compartilhar.
Para você, Renato Salvador.
Toda minha gratidão, amor e respeito.

quinta-feira, 8 de março de 2012

MARIA BETHANIA - MONÓLOGO DE ORFEU - Tom Jobim e Vinícius de Moraes

Celebrando o Dia Internacional da Mulher.




Feliz dia Internacional da Mulher.


Jesus não é teólogo, nem Buda

Religião não é teologia, é amor. Teologia nada mais é que lógica, por isso é chamada de "logia". E lógica nada tem a ver com religião - na verdade, é contra ela.

Lógica é um exercício da mente, de discutir minúcias, de argumentar com palavras. Ela pode criar belos edifícios de palavras, mas são apenas castelos de areia, não servem para nada.

Eles mantêm você ocupado, têm o mesmo propósito de quando você está sentado na praia e começa a brincar com a areia e fazer castelos, só para passar o tempo. Você pode gostar da ocupação, mas não é benéfica, é infantil.

Os teólogos nunca são pessoas maduras. Jesus não é teólogo, nem Buda. Nenhum mestre verdadeiro jamais foi teólogo, e sim um amante, um tremendo amante. Ele ama toda a existência. O amor é sua oração, o amor é sua adoração, e por meio do amor ele pode se comunicar com a existência - pode ter um diálogo. Só o que é preciso é um profundo caso de amor, um louco caso de amor...

As pessoas que se sentem entediadas são as que vivem no mundo da lógica. A lógica é entediante, mas o amor nunca é entediante. O amor lhe dá constantes surpresas, o amor mantém vivo seu deslumbramento e mantém nutridas sua poesia, sua dança, sua celebração.

Se não for assim, tudo o que é vivo em você morre. Evite a lógica e escolha sempre o amor.

Osho, em "Meditações Para a Noite"
Imagem por melloveschallah
Publicado no blog palavras de Osho
Pratique as meditações de Osho - conheça as técnicas e espaços Osho

sábado, 3 de março de 2012

Beija-Flor...


Antes, quando eu não entendia, me bastava olhá-lo.
Hoje, sei que me traz uma mensagem. Eu tenho o visto sempre, praticamente todos os dias! - E é lindo demais saber que em suas frágeis asas ele traz para mim todo o peso de uma saudade!
Obrigada, pai.


Créditos da Imagem: http://www.flickriver.com/photos/flaviocb/1227094972/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que aconteceria se sua “vaquinha” morresse?

No final do ano passado recebi um e-mail do amigo e palestrante Márcio Okabe. Um texto singelo mas cheio de questionamentos, e por incrível que possa parecer, repassei este e-mail a vários amigos e parentes, desejando que em 2012, todos eles "matassem sua vaquinha". Muitos não acreditam na força que tem o destino. Eu acredito. E hoje, meu irmão se lembrou desse texto e aplicou brilhantemente na nossa vida atual. Sem que nos dessemos conta, o destino está nos fazendo empurrar a nossa vaquinha morro abaixo! Cabe-nos nos preparar para o que está por vir. Compartilho com todos este texto, desde já agradecendo o amigo Márcio Okabe e dando ao mesmo todos os créditos. O que aconteceria se sua “vaquinha” morresse? Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar. Os moradores eram um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. O mestre, então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: - Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem aqui? E o senhor respondeu: - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos, a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo… O sábio agradeceu, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho ordenou ao seu discípulo: - Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a. Jogue-a lá embaixo! O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência da família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do mestre, foi cumprir a ordem e viu a vaquinha morrer. Um dia ele resolveu largar tudo o que tinha aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família. Pedir perdão e ajudá-los. Assim o fez, e quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Foi recebido por um caseiro, e então, perguntou sobre a família que ali morava há uns 4 anos e o caseiro respondeu: - Continuam morando aqui. Espantado, ele entrou na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha: - Como o senhor melhorou esse sítio e está tão bem de vida? E o senhor respondeu: - Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!" Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua e tenha coragem para empurrar sua vaquinha morro abaixo e construir algo de novo! Sem desafios não há conquistas! Fonte: Blog do Marcio Zeppelini