quinta-feira, 8 de março de 2012

MARIA BETHANIA - MONÓLOGO DE ORFEU - Tom Jobim e Vinícius de Moraes

Celebrando o Dia Internacional da Mulher.




Feliz dia Internacional da Mulher.


Jesus não é teólogo, nem Buda

Religião não é teologia, é amor. Teologia nada mais é que lógica, por isso é chamada de "logia". E lógica nada tem a ver com religião - na verdade, é contra ela.

Lógica é um exercício da mente, de discutir minúcias, de argumentar com palavras. Ela pode criar belos edifícios de palavras, mas são apenas castelos de areia, não servem para nada.

Eles mantêm você ocupado, têm o mesmo propósito de quando você está sentado na praia e começa a brincar com a areia e fazer castelos, só para passar o tempo. Você pode gostar da ocupação, mas não é benéfica, é infantil.

Os teólogos nunca são pessoas maduras. Jesus não é teólogo, nem Buda. Nenhum mestre verdadeiro jamais foi teólogo, e sim um amante, um tremendo amante. Ele ama toda a existência. O amor é sua oração, o amor é sua adoração, e por meio do amor ele pode se comunicar com a existência - pode ter um diálogo. Só o que é preciso é um profundo caso de amor, um louco caso de amor...

As pessoas que se sentem entediadas são as que vivem no mundo da lógica. A lógica é entediante, mas o amor nunca é entediante. O amor lhe dá constantes surpresas, o amor mantém vivo seu deslumbramento e mantém nutridas sua poesia, sua dança, sua celebração.

Se não for assim, tudo o que é vivo em você morre. Evite a lógica e escolha sempre o amor.

Osho, em "Meditações Para a Noite"
Imagem por melloveschallah
Publicado no blog palavras de Osho
Pratique as meditações de Osho - conheça as técnicas e espaços Osho

sábado, 3 de março de 2012

Beija-Flor...


Antes, quando eu não entendia, me bastava olhá-lo.
Hoje, sei que me traz uma mensagem. Eu tenho o visto sempre, praticamente todos os dias! - E é lindo demais saber que em suas frágeis asas ele traz para mim todo o peso de uma saudade!
Obrigada, pai.


Créditos da Imagem: http://www.flickriver.com/photos/flaviocb/1227094972/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que aconteceria se sua “vaquinha” morresse?

No final do ano passado recebi um e-mail do amigo e palestrante Márcio Okabe. Um texto singelo mas cheio de questionamentos, e por incrível que possa parecer, repassei este e-mail a vários amigos e parentes, desejando que em 2012, todos eles "matassem sua vaquinha". Muitos não acreditam na força que tem o destino. Eu acredito. E hoje, meu irmão se lembrou desse texto e aplicou brilhantemente na nossa vida atual. Sem que nos dessemos conta, o destino está nos fazendo empurrar a nossa vaquinha morro abaixo! Cabe-nos nos preparar para o que está por vir. Compartilho com todos este texto, desde já agradecendo o amigo Márcio Okabe e dando ao mesmo todos os créditos. O que aconteceria se sua “vaquinha” morresse? Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar. Os moradores eram um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. O mestre, então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: - Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem aqui? E o senhor respondeu: - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos, a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo… O sábio agradeceu, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho ordenou ao seu discípulo: - Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a. Jogue-a lá embaixo! O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência da família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do mestre, foi cumprir a ordem e viu a vaquinha morrer. Um dia ele resolveu largar tudo o que tinha aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família. Pedir perdão e ajudá-los. Assim o fez, e quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Foi recebido por um caseiro, e então, perguntou sobre a família que ali morava há uns 4 anos e o caseiro respondeu: - Continuam morando aqui. Espantado, ele entrou na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha: - Como o senhor melhorou esse sítio e está tão bem de vida? E o senhor respondeu: - Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!" Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua e tenha coragem para empurrar sua vaquinha morro abaixo e construir algo de novo! Sem desafios não há conquistas! Fonte: Blog do Marcio Zeppelini

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Chuteiras e Salto Alto

Ontem estive na confraternização da torcida do América MG, lá no bar da Sandrinha. Era para ser um dia de festa e de reencontros. Momentos de descontração e de louvores ao nosso time que comemora seu centenário. E seria mesmo, se não houvesse acontecido um stress entre um torcedor atleticano e torcedores alvi-verde-negro. Em primeiro lugar e acima de tudo sou americana com honra e orgulho. E tenho muito que agradecer a todos os títulos e glórias que me abriram portas, me fez conhecer muita gente e aprender muitos ensinamentos. O América Mineiro fez e faz parte dessa minha trajetória desde criancinha, quando meu pai era jogador de futebol de campos de várzea, quando a bola e o amor ao escudo era o maior sucesso na história de um homem apaixonado pelo futebol e suas chuteiras. Mudanças sempre acontecem e acredito que são elas que impulsionam o ser humano a ser melhor e construir a sua história de sucesso. A torcida americana tem todos os motivos para se orgulhar e seguir adiante com seus novos projetos, seja eles de confraria, solidariedade ou de valorizar nosso manto. São estas novas histórias e estes novos torcedores que irão de alguma forma retratar nossa história como uma torcida feliz e rica de valores e ética. História escrita no tom verde da esperança sob o branco maculo da paz e da ordem. Que possamos ser vencedores no desejo comum de sermos dignos e reconhecidos como a elite do futebol mineiro e nacional. Somos poucos e nos reconhecemos pelos gestos de integridade moral e emocional, somos como uma família e nos reconhecemos como tal. Pouca gente pode contar histórias como as que um torcedor americano pode contar, poucas pessoas têm a bagagem esportiva, cultural e social como a que nosso hino inflama. Acho que o futuro chega pra todo mundo, e para o América está chegando agora. Estamos mais amadurecidos, mas centrados, mais confiantes, e nem por isso, menos apaixonados. E por isso mesmo, quando eu pensar na torcida do meu time, vou pensar no que eu vi ontem – gente feliz, animada, sorrindo, se cumprimentando, se reconhecendo. Não quero me lembrar, e não tenho vontade nenhuma de me lembrar, do solitário e infeliz torcedor atleticano que apareceu por lá no desespero de provar para si mesmo os valores que seu time possui. Não quero e não vou me lembrar, do solitário e infeliz americano que numa atitude ingrata achou que como num bang bang as avessas resolveria tudo a bala. Tiros não comemoram e nem alegram uma torcida. Lembranças felizes sim. Que eu e todas as mulheres desta linda torcida feminina, possamos continuar a irmos tranqüilas ao estádio e as confraternizações, lindas e de salto alto. Que possamos continuar ser tão felizes e vencedoras no amor, como somos no futebol. Até a próxima pessoal!