segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Toda dignidade do adeus…
“Sonhe com o que quiser
Vá para onde você queira ir.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida,
e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.”
Clarisse Lispector
Anulando o tempo…
“Durante o dia, aos olhos de todos, Penélope tecia, e à noite secretamente ela desmanchava. Assim, anulava o tempo, até a volta de Ulisses.”
A dor da saudade…
… sentia o calor da água que caia sobre mim e com os olhos fechados tateava em vão a procura de você.
Saudades. Imensas. Gigantes.
Vivendo o hoje...
Ontem dormi com a certeza que os amigos sabem quando a gente precisa deles e se achegam assim de mansinho, sem alarde, prontos para nos oferecem um ombro amigo, sem falar nada... apenas se achegam.
Hoje acordei com um coração grato e ainda que palidamente
sorri.
Pra você Igor. Obrigada por tudo!
sábado, 17 de setembro de 2011
Ainda sobre a Rosa…
Publicado em 17 17UTC setembro 17UTC 2011 por Cau Oliveira
Como era temperamental a rosa do Pequeno Príncipe!
Queria ser a única em seu coração… Queria ser eternamente cativada…
Imagino sua tristeza ao vê-lo ir embora. Ela poderia ter pensado no quanto tempo duraria a viagem do Pequeno Príncipe em si mesmo, nas descobertas que descortinariam um novo olhar para o mundo e como isso iria se refletir na sua volta para casa. Se esqueceria dela? Quanto tempo demoraria em sentir sua falta?
Ela era tão vaidosa e orgulhosa por se sentir única na vida daquele Príncipezinho e no entanto ele sentia necessidade de buscar algo mais. Ela nada podia fazer em relação as angústias e anseios daquele ser que tanto amava. E ali ficou aguardando ele voltar.
E você? Tem cuidado bem de sua rosa?
Como era temperamental a rosa do Pequeno Príncipe!
Queria ser a única em seu coração… Queria ser eternamente cativada…
Imagino sua tristeza ao vê-lo ir embora. Ela poderia ter pensado no quanto tempo duraria a viagem do Pequeno Príncipe em si mesmo, nas descobertas que descortinariam um novo olhar para o mundo e como isso iria se refletir na sua volta para casa. Se esqueceria dela? Quanto tempo demoraria em sentir sua falta?
Ela era tão vaidosa e orgulhosa por se sentir única na vida daquele Príncipezinho e no entanto ele sentia necessidade de buscar algo mais. Ela nada podia fazer em relação as angústias e anseios daquele ser que tanto amava. E ali ficou aguardando ele voltar.
E você? Tem cuidado bem de sua rosa?
Assinar:
Postagens (Atom)
